4/09/2013

Sistema De Elevação Mesa XYZ


O projeto é um pequeno protótipo de um sistema de elevação, que será acionado com comandos eletrônicos. Em relação à parte mecânica, terá movimentação através de motores, fusos e guias. A movimentação do sistema de elevação consiste em três movimentos, são eles: movimentos em x (direita e esquerda), y (para frente e para trás) e z(para cima e para baixo). Protótipo para cargas leves de até 50 kg conforme o dimensionamento realizado.
O principal problema encontrado nesse sistema de elevação foi achar uma solução pra estrutura suportar o levantamento de cargas sem se romper. Uma das hipóteses e a solução que encontramos foi a de usar um sistema com motor através de cabo de aço e que tenha um sistema de segurança para evitar quedas nas elevações. A metodologia empregada foi fazer uma pesquisa qualitativa, que consiste em entender um fenômeno específico em profundidade, ao invés de estatísticas, regras e outras generalizações, a pesquisa qualitativa trabalha com descrições, comparações e interpretações.
Com a realização do projeto, foi colocado em pratica o que foi aprendido durante o período de curso. Para a realização do projeto, foi designado as  tarefas para cada integrante da equipe. No processo de fabricação do sistema de elevação foram utilizados: 3 motores motor redutores tipo CEP da marca BOSCH; 2 fusos; 4 guias; 8 roldanas; 1 bateria; aproximadamente 8 metros de cabo para a ligação eletrônica; 4 mancais ;4 rolamentos; 1 caixa de distribuição eletrônica. O sistema atingiu as expectativa tanto de baixo custo quanto os dimensionamentos calculados.


Trabalho completo nas normas ABNT:
5W 2 H

Folha de processo 1 Estrutura de Ferro 
Folha de processo 2 Estrutura dos carros de movimento 
Folha de processo 3 Usinagem do Carretel.






2/17/2013

Oração de renúncia

Oração: Senhor Jesus, / eu lhe peço pela Virgem Maria, / a Imaculada, aqui presente, / que esmagou a cabeça do inimigo, / envolva-me agora a mim, aos meus familiares e meus bens, / com seu amor, seu sangue, / para que o espírito do mal, não nos possa prejudicar! 
EM NOME DE JESUS CRISTO, / PELO SANGUE DERRAMADO, / PELAS 5 CHAGAS, / PELA INTERCESSÃO DA VIRGEM MARIA, / eu renuncio a satanás, / autor de todo mal, / de todo pecado, / e pai de toda a mentira.  Eu corto e renuncio / a todo espírito de impaciência e de raiva, / de ressentimento e mágoa, / de tensão nervosa e agressividade, / de pavor e desespero, / de incompreensão e de rancor, / de juízo temerário e presunção! Eu corto e renuncio / a todo espírito de desânimo e tristeza, / de melancolia e solidão, / de abandono e rejeição, / de histeria e pensamento de suicídio, / de fechamento e depressão, / de frustração e de morte, / de desconfiança do amor de Deus e do próximo, / de auto-rejeição e auto-condenação, / e a todo espírito de egoísmo e auto-suficiência!   / a todo espírito de timidez e insegurança, / de sedução e deboche, / a todo espírito de vingança, / a todo desejo de fracasso e morte de meu irmão, / a todo espírito de violência e racismo, / a todo espírito de injustiça e opressão, / a todo espírito de revolta contra Deus e contra meu irmão, / contra mim mesmo, / não aceitando as minhas limitações!/ Eu corto e renuncio, / a todo espírito de insônia e agitação, / a todo espírito de aborto e homicídio, / a todo espírito de desequilíbrio emocional e psíquico, / a todo espírito de autodestruição, / e não aceitação da minha história, / de meus erros, fracassos e pecados! / Eu corto e renuncio, / a todo e qualquer espírito de medo, / medo de Deus e de satanás, / medo de amar e de ser amado, / medo do ridículo e de autoridade, / medo do futuro, da doença e da morte, / medo de altura e do escuro!/  Eu corto e renuncio a todo medo de animais e tempestade, / medo de acidente e de assalto, / medo de me afirmar cristão em qualquer lugar, / medo de falar em público, / medo de proclamar o teu evangelho, / medo de partilhar os dons recebidos, / medo de assumir responsabilidades, / medo da perda de um familiar e da condenação eterna, / medo de perder minha imagem e prestígio, / medo do sofrimento e da entrega total ao Senhor!/  Eu corto e renuncio a todo espírito de complexo e auto-piedade, / a todo espírito de ansiedade, de angústia e preocupação, / a todo espírito de traumas e de doenças, / a todo espírito de avareza, / a todo apego ao dinheiro e as coisas, / a pessoas e cargos!/ Eu corto e renuncio a todo espírito de guia, drogas e fumo, / a todo espírito de alcoolismo, blasfêmia e sacrilégio, / a todo espírito de ciúme e inveja, / de preguiça e hipocrisia, / de fingimento, falsidade e adulação!/  Eu corto e renuncio, / a todo espírito de palavrão e piada, / de sexo e luxúria./ de masturbação e fornicação, / de prostituição e adultério, / de homossexualismo e lesbianismo, / de sadismo, de orgia e de farra!/ Eu corto e renuncio, / a toda falsa religião, / ao seicho-no-iê e esoterismo, / a maçonaria e rosa cruz, / à nova era e igreja messiânica, / a todo espírito de descrença, / de dúvida e confusão religiosa, / de controle da mente e pirâmide, / de horóscopo, sortista e cartomante!/ Eu corto e renuncio, / a todo espírito de magia e missa negra, / a todo ocultismo, bruxaria e satanismo./ de espiritismo e umbanda, / de macumba e sarava, / de curandeiro e benzedeira!/  a todos os espíritos e espíritos guias, que talvez invocaram sobre mim e minha família, / sobre meus bens e minha profissão! / a todo passe e mau olhado, / a todos os trabalhos e despachos, / a todo remédio ou encosto, / a todo cruzamento, batismo ou consagração, / que fizeram da minha pessoa, / em qualquer falsa religião!  / a todos os objetos supersticiosos, / figas ou amuletos, / que trago comigo, / ou tenho lá em casa!  / ao espírito de exu e de ogum, / de oxosse e iemanjá, / de orixá, / de pai de santo e mãe de santa, / de filho de santo e filha de santo, / ao espírito do caboclo e do preto velho, / ao espírito de criança e de jansã, / ao espírito de olodum e todos outros! / a toda revista e filme pornográfico, / a todo programa de TV não cristão, / e a toda a injustiça social!/ Eu ordeno a todo espírito mau, / do qual o Senhor me libertou, / que vá aos pés de Jesus, para que ele disponha dele!/ , Eu proíbo a todo espírito do mal, / que me tenha deixado, / que volte a mim para me prejudicar!/  Obrigado, Senhor Jesus, / porque você me perdoou, libertou e curou, / pela invocação de seu nome, / de seu sangue e do sangue de suas chagas, / e pela intercessão da virgem Maria!/ Jesus Cristo é meu Senhor!/ Senhor Jesus, / eu lhe entrego agora, / pela mãos de Nossa Senhora a minha pessoa, / o meu passado, presente e futuro, / o meu amor e minha vida!/ Jesus Cristo é meu Senhor! Deus é meu Pai! E Maria é minha mãe! /Creio em Deus-Pai, todo poderoso,
criador do céu e da terra
e em Jesus cristo seu único filho, Nosso Senhor
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo
nasceu da Virgem Maria
Padeceu sob Poncio Pílatos
Foi crucificado, morto e sepultado
desceu a mansão dos mortos
ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus
está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso
de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos
Creio no Espírioto Santo,
na Santa Igreja Católica
na comunhão dos Santos
Na remissão dos pecados
na ressurreição da carne
na vida eterna
Amém.

1/11/2013

**Dependência Emocional***


***Dependência Emocional***
A dependência emocional e o medo da liberdade, a falta de confiança, dificuldade em tomar decisões, por temor de um abandono ou solidão. Podemos ter o sentimento de dependência emocional em vários comportamentos afetivo, sexual, social, profissional e econômico.
Na vida afetiva onde os casais constroem um verdadeiro ninho de amor onde tudo esta bem nessas famílias que moram o grande perigo, não existe uma família que não tenha uma discussão ou alguma briga de vez enquanto, tentando preservar o ícone da família perfeita os pais se escondem grandes segredos e grandes rancores mentem que as coisas vão bem quando não vão, tem medo de chegar uma solução quando deveriam sentar e discutir para chegar a uma saída.
Quando um sentimento vira idolatria, segundo alguns estudos, o sentimento de dependência por outra pessoa e semelhante ao uso de drogas. Exemplo a pessoa que usa drogas faz de tudo para conseguir a mesma. A pessoa com essa doença diga faz de tudo para estar com a pessoa que deseja faz dela seu ídolo tudo roda em torno dela. Algumas pessoas com essa doença podem ate ter sintomas físicos como náuseas, dor de estomago náusea causadas pela falta da outra pessoa. A pessoa se sente deprimida e ansiosa por falta da pessoa amada, a falta de segurança o faz sentir mal, querendo a pessoa. A pessoa com dependência emocional deve ser tratada com um psicólogo e também querer muito mudar.
A condição resultante quando à constante presença, carinho, atenção, aprovação, apoio de outra pessoa, é considerada necessária para a nossa segurança, bem estar e conforto pessoal. “Em outras palavras, quando o nosso valor, paz de espírito, estabilidade interior e felicidade estão ancorados em uma pessoa para conosco, estamos emocionalmente dependentes”.(Bob Davies e Lori Rentzel, Restaurando a Identidade, Ed. Mundo Cristão).
Um dos primeiros passos para ter independência e combater a fascínio pela comodidade. Quando a pessoa quer ser independente só que tem medo de perder sua comodidade. A liberdade se conquista pelo esforço diário. Dia a dia conquistamos nossa independência com nosso trabalho, com nosso amor próprio, ficamos independentes.
Não só as mulheres são acometidas por esse transtorno, os homens também. Eles se apresentam obcecados pelo trabalho, por esporte ou por hobbies, enquanto as mulheres, por forças culturais e biológicas são mais acometidas desse mal, com forte tendência a se tornarem dependentes de relacionamentos com homens complicados, difíceis e distantes É necessário esclarecer que há uma grande diferença entre dependência e carência, pois na dependência emocional a necessidade do companheiro, do amigo, do filho e outros é realmente uma dependência, igual as que vemos nas pessoas em que usam drogas, o que acaba gerando no outro um sentimento de invasão. Como qualquer tipo de dependência, a recuperação é bem difícil e não se pode falar em cura, pois pode haver recaídas, pois infelizmente, algumas mulheres não encontram formas para querer mudar e tendem a continuar procurando algo que as complete como drogas, amor e etc. Para estas pessoas é mais fácil continuar procurando a felicidade fora de si do que construir recursos internos para preencher o vazio dentro de si. Para as pessoas que aceitar o desafio de se tratar, a primeira coisa que deve ser feita é procurar ajuda, pois dificilmente se recupera sozinha, procure compartilhar com as outras pessoas suas dificuldades, pois isso irá facilitar o processo de independência. A dependência pode surgir em todos dos tipos de relacionamento, pois não diz respeito ao um vinculo em si, mais a pessoa com esse tipo de característica que se não for reconhecida e tratada continuará levando-a para os relacionamentos futuros.
As pessoas têm uma única função para o dependente afetivo, dar a sensação de segurança ou equilíbrio que precisa para suportar problemas, tensões e dificuldades pessoais e/ou sociais.O dependente procura certo “tipo” de pessoa, alguém que lhe pareça bom, que lhe dê uma sensação de conforto, que lhe prometa satisfazer suas necessidades particulares.
Dependentes emocionais em potencial mantêm relações exclusivas e parasitárias. A necessidade do outro é semelhante a da dependência produzida pelas drogas. A psicóloga Rita Granato (a Dependência Emocional´ por Regiane Monteiro) relata que o dependente deseja dispor continuamente da outra pessoa como se estivesse atado a ela. Os pedidos de renúncia da sua vida particular são constantes e esta possessão ou domínio é uma tremenda necessidade afetiva.
Sintomas da dependência emocional, na vida afetiva e mais ou menos assim: A dependência emocional se instala quando a pessoa "X" perde o discernimento de agir, pensar, falar e viver sem que esta pessoa não esteja sob o comando das decisões e diretrizes da pessoa "Y". É como se a pessoa "X" precisasse de muletas para andar, os olhos dos outros para enxergar, a outra voz para falar e outros ouvidos para escutar. A dependência emocional anula todo e qualquer direito de ser e de se sentir um ser livre e independente. O dependente emocional é um viciado em ser comandado e dirigido, é um sentenciado em seu próprio juízo a ser uma anulação como um ser humano vivo, pensante e racional. Quando a pessoa faz pequenas ameaças como: Não sei o que fazer da minha vida sem você. Se você terminar comigo , minha vida acaba....Se um dia não tiver mais você, não vou querer mais viver, controle sobre a vida da pessoa, onde foi, com quem conversou,vigiar celulares e mensagens, querer mudar a maneira de ser ,querer te ver todo dia, toda hora, te acompanhar até para ir ao salão de beleza! Necessidade afetiva excessiva pelo outro, pela presença, atenção, carinho, cuidado, aprovação, suporte, proteção, etc. Ciúmes e possessividade; A doação de posições assimétricas nas relações como a subordinação que é uma forma de controle do outro; Adoção de manipulação: Ex: Você e a única pessoa que me entende. Eu não sei o que faria sem você.
Recusa de fazer planos a curto ou em longo prazo que não incluam a outra pessoa;
 Relacionamentos intensos do tipo tudo ou nada - envolvimento total emocional, físico ou abandono completo.
 Incapacidade de olhar as falhas do outro, de maneira realista, mas idealizada, ilusória, fantasiosa. Ex.: Mulheres vítimas de violência doméstica – culpa alcoolismo.
 Não conseguir preencher o vazio interior com a relação, mas apenas atenuar;
 Fim da relação se torna um verdadeiro trauma, logo há a procura por outra com o mesmo ímpeto; (semelhante ao uso de entorpecentes – uso do outra como droga).
É um círculo viciado marcado por um conflito constante. Os elementos
Destrutivos nesses relacionamentos é a amargura, raiva, e ódio que surgem quando a profunda necessidade de segurança não é encontrada.
Este tipo de relacionamento é comumente chamado de “domínio da morte”. O que ele faz é destruir as personalidades dos envolvidos porque cada um coloca imposições ao outro. Se cada lado falha em mantiver as condições, o relacionamento corre risco.
Relacionamentos dependentes encaixotam as pessoas. Não há liberdade “para crescer ou ser único diferente.” (Bill Hernandez, Homossexualismo – Abordagens Cristãs, Textos Escolhidos, Eirene do Brasil.) Cada vez que pensamos que encontramos um relacionamento intimo satisfatório nos deparamos com nosso parceiro fazendo acusações com ciúmes ou acusações lacrimosas e exigências. Muitos com sofrendo esse tipos de acusação se enterram no trabalho ou qualquer outra atividade para esquecer o que aconteceu e não deixam que outra pessoa se aproxime tanto dela para não sofrer. O isolamento solitário continua até que, novamente outra “pessoa especial” apareça em cena estendendo a mão com delicadeza e interesse. Como a pessoa que esteve fazendo regime e passou fome durante semanas, jogamos de lado toda cautela e mergulhamos em outra dependência confusa. E o ciclo começa de novo
Co-dependência:
Trata da compulsão de cuidar e controlar o outro, que é a projeção de si mesmo. O indivíduo necessita do dependente para se sentir valioso, útil, aprovado, necessário. Para isso, não mede esforços, cuida e sacrifica-se pelo outro. Mede seu valor pelo tamanho do sacrifício que faz. Vive para cuidar e controlar o outro, preenchendo assim suas dificuldades de entrar em contato com seu próprio mundo interno.
Uma pessoa parece ser forte, competente e sábio. O outro parece mais inseguro, emocionalmente mais necessitado, menos composto. Na verdade existem duas pessoas necessitadas. A mais forte freqüentemente tem uma necessidade enorme de ser útil e um apetite imenso de receber elogios e admiração da pessoa necessitada. É muito interessante que a pessoa necessitada freqüentemente controle o relacionamento.
Com o passar do tempo, um dos parceiros, sente-se cada vez mais dependendo do cuidado e apoio do outro. O parceiro carinhoso, doador, sente-se culpado e responsável pelo necessitado, mas desfruta da satisfação de ser o solucionador de problemas, o herói do outro. Os elogios e as lisonjas, em geral também parecem ótimos.
Possíveis da origem:
A dependência começa desde o ventre materno ate a vida adulta. Quando nascemos somos dependentes de nossos pais precisamos deles para tudo. A criança quando quer alguma coisa começa a chorar. Os pais dão que ele quer e a criança para de chorar. A criança que não e tão mimada quando criança consegue ser menos dependente das coisas quando na vida adulta.
John Bowlby psiquiatra inglês diz que as relações afetivas iniciais são as experiências emocionais mais intensas que alguém pode ter, e a personalidade adulta resulta dessas primeiras ligações. O referido autor realça a importância de observar se haviam pessoas disponíveis e responsáveis pelas necessidades da criança – não apenas para um cuidado obrigatório mas também para estabelecimento de uma relação profunda. Só assim, a criança pode desenvolver segurança e auto-estima, sentindo-se amada e necessária, com confiança na vida.
Crianças que não tiveram essa experiência vêem o mundo como desconfortável e perigoso; têm dificuldade em sentir alegria, porque não se sentem a salvo e seguras; consideram-se pessoas incapazes de estima e amor, desenvolvendo ligações de ansiedade e insegurança, procurando de maneira desesperada figuras de ligação; ficam extremamente dependentes dos outros, buscando confirmação de que não serão abandonadas e quando adultas sentem-se ridículas e fracas por serem assim tão dependentes.
A dependência do vínculo serviria então para tamponar a angústia do desamparo. É uma maneira de sobreviver e lidar com o ambiente hostil, que não ajuda o indivíduo a sentir-se seguro para fazer suas próprias escolhas, em sua caminhada rumo à autonomia. “pior que as experiências dolorosas de vida, são as defesas que o indivíduo cria para reduzir o sofrimento e a angústia ao nível mais aceitável.” “é sempre um erro lidar com o presente como se fosse uma continuação do passado. As conseqüências são desastrosas.”
Aprendizagem Social: Famílias em que os pais são dependentes e/ou co-dependentes ensinam seus filhos a serem dependentes.
Psicanalítica: Tanto hiperindulgência (permissividade) quanto privação, pode levar a uma dependência excessiva e maladaptativa, resultando da fixação em determinado estágio de desenvolvimento infantil.
Exemplo hiperindulgência: Algumas pessoas são dominadas pela crença de que sempre haverá algum tipo de pessoa – um representante da mãe, obviamente, para cuidar deles e dar-lhes tudo o que necessitam, o que os condena à inatividade ao não aprendizado de comportamentos autônomos e independentes. Figuras mimadas.
Exemplo privação: Maternagem - Figuras secas, autoritárias, distantes, rígidas. Tanto a excessiva gratificação quanto a frustração é uma hipótese para a fixação em fase de desenvolvimento infantil e de incapacidades para resolver os desafios desenvolvimentos que a caracterizam.
Quadro Social atual – Há tendência ao estabelecimento de relações mais fugazes e utilitárias, portanto menos estáveis, dando margens a vivências de situações desamparadoras, o que exacerba esse tipo de solução.
Dependência financeira? Pior que isso é a dependência afetiva, um distúrbio de comportamento que afeta um número imenso de mulheres. São mulheres que "amam demais", ou seja, confundem carência com amor, têm uma baixa auto-estima, e dão tanto de si mesmas pelo relacionamento que acabam vazias. Conheça as características das "mulheres que amam demais", aprenda a identificar a dependência afetiva e veja se você se inclui nesse grupo. MULHERES QUE AMAM DEMAIS Deixar o seu país, sua família e amigos para trás na esperança de viver um grande amor, casar, ter filhos e levar uma vida mais tranqüila na Europa - esse foi o ponto de partida da maioria das
mulheres brasileiras casadas com alemães e que moram atualmente na Alemanha. Seja qual for à origem econômica e social da mulher, é sempre uma decisão difícil largar o país onde se nasceu e tanta gente querida para morar em uma terra estranha. Mas, como muitas dizem ao tomarem a decisão, "quem arrisca não petisca", não é mesmo? Em termos. Arriscar tudo sem garantias é como assinar um papel em branco, é apostar tudo em um relacionamento e em um homem que, por maior que seja a paixão, não se conhece bem no início de relacionamento. Esse sonho de encontrar um príncipe encantado, educado e gentil, de boa aparência e de situação financeira estável, é comum a quase todas as mulheres. Nós crescemos com essa imagem de felicidade - a mulher realizada é aquela que encontrou um homem provedor e gentil, bom pai e bom marido. Ou seja, nós crescemos acreditando que, sem um relacionamento fixo, de preferência casamento, não é possível ser feliz, por mais que a mulher tenha uma carreira brilhante e seja muito bem sucedida financeiramente. Essa dependência que a mulher tem de um relacionamento é somente em parte responsabilidade da nossa sociedade machista e conservadora. O outro fator responsável por esse "sonho", pela dependência afetiva das mulheres, é o ambiente familiar e emocional em que essa mulher cresceu. Um número muito grande de mulheres é em menor ou maior grau e em determinados momentos de suas vidas, depende afetivamente de seus parceiros, ou seja, são pessoas cujas vidas se orientam em função de relacionamentos afetivos, e não em função de seu próprio bem-estar e interesses pessoais. São mulheres com baixa auto-estima, que colocam os outros em primeiro lugar e estão dispostas a sacrificar sua felicidade pessoal para não ficarem sozinhas. É óbvio que nem todas as mulheres que "abrem mão" de sua vida no Brasil em função de um amor na Alemanha são dependentes afetivos - há mulheres que, apesar de todas as limitações culturais e sociais que enfrentam na Alemanha, conseguem encontrar seu espaço próprio, têm uma boa auto-estima e dedicam-se a seus objetivos pessoais, têm vida própria, não controlam seus parceiros e vivem um relacionamento saudável. Mas há também aquelas que se fixam no relacionamento e fazem dele o centro de suas vidas. São casos típicos de dependência afetiva. As mulheres que sofrem de dependência afetiva também são conhecidas como "mulheres que amam demais", termo usado por Robin Norwood, autora do livro de mesmo nome. "Amar demais" aqui tem o sentido de amar além da conta, de forma doentia, controladora e obsessiva.
Quem são essas mulheres?
Características da mulher que ama demais: É geralmente uma mulher que cresceu em uma família disfuncional na qual suas necessidades emocionais não foram atendidas. Tendo recebido pouca atenção quando criança, tenta diminuir sua carência tornando-se uma pessoa altruísta, que dá aos outros mais do que lhe é pedido, esperando receber em troca o carinho de que necessita. Como nunca foi capaz de transformar seus pais em pessoas mais carinhosas e atenciosas, inconscientemente procura um parceiro pouco atencioso e emocionalmente indisponível, que ela tenta mudar através do seu amor, repetindo assim o comportamento que tinha dentro de sua família disfuncional de origem. A mulher que ama demais não foi amada nem aprendeu a amar de forma saudável, por isso repete o mesmo comportamento com o parceiro.
Com medo de ser abandonada, fará de tudo para evitar que o relacionamento acabe. Nada lhe parece pouco, leva muito tempo ou é muito caro se for para "ajudar" ao parceiro. Acostumada à falta de amor nas relações pessoais, está disposta a abrir mão do seu tempo, sonhos e metas para agradar ao parceiro e manter o relacionamento.
Sua auto-estima é extremamente baixa e, no fundo, não acredita que mereça ser feliz. É dependente do parceiro e da dor emocional que um relacionamento disfuncional lhe proporciona. Essa dor é, na verdade, a única forma de contato que tem com seus próprios sentimentos. A mulher que ama demais cresceu com essa dor, e confunde-a com amor.
Essa confusão se dá na infância, quando a criança não consegue entender como é que os seus próprios pais, que deveriam amá-la, possam tratá-la mal, ser negligentes ou mentir para ela ao mesmo tempo. A estrutura emocional da criança não suporta a verdade de que os pais não a amam tanto assim, por isso refugia-se no imaginário e associa a dor que sente a uma forma de amor. Portanto, para ela dor e amor é a mesma coisa, e repete esse padrão de comportamento pelo resto da vida.
A mulher que ama demais tem necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, por medo de perda, por carência e por insegurança. Mas disfarça esse controle, colocando-se como uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.
Idealiza os relacionamentos ao invés de enxergar a situação real como ela é. Por esse motivo, acaba envolvendo-se com pessoas cuja vida emocional é caótica, incerta e sofrida. A mulher que ama demais é incapaz de enxergar seus próprios problemas, por isso procura pessoas complicadas que precisem de sua ajuda e que tenta mudar. É, na verdade, uma maneira de escapar de seus próprios problemas. Lembre-se de que para ela dor e amor, são a mesma coisa, a nível inconsciente.
Se enfrentasse seus próprios problemas, se tentasse se conhecer, essa relação amor/dor perderia o sentido, assim como sua própria vida emocional perderia sua base. O medo do vazio faz com que se agarre com unhas e dentes a essas situações emocionalmente caóticas - nesse cenário, sabe como "sobreviver". Na sua visão deturpada da realidade, a mulher que ama demais acha "bonzinhos e chatos" os homens gentis, seguros e genuinamente interessados nela. Ela não aprendeu ainda a amar e a ser amada, só a sentir dor, por isso procura INCONSCIENTEMENTE homens que a façam sofrer.
Família disfuncional :
Uma família disfuncional é aquela em que as crianças crescem sem o carinho e a atenção de que precisam, além de não aprenderem a confiar em si mesmas. Um exemplo extraído do livro "Mulheres que Amam Demais" de Robin Norwood:
Uma criança ouve os pais brigando e pergunta à mãe: "Por que você está zangada com o papai?" A mãe responde: "Eu não estou zangada com o seu pai." A criança: "Mas eu ouvi você xingando ele." A mãe: "Presta atenção: eu não estou zangada, mas vou ficar já, já se você continuar se comportando assim." Um diálogo simples e corriqueiro como esse esconde a inabilidade da mãe de lidar com a situação de conflito, levando a criança a sentir-se confusa, culpada, e a ter medo. Confusa, porque ela sabe o que ouviu, mas a pessoa que ela mais ama diz que aquilo que ela ouviu não aconteceu. Culpada, porque a mãe diz que seu comportamento (perguntar sobre seus sentimentos) é errado. Medo, porque a criança tem que optar entre a confiança que tem em si mesma (ela sabe que a mãe está zangada) ou aceitar o fato de que a própria mãe mente para ela. Esse tipo de diálogo geralmente se repete inúmeras vezes durante a vida da criança. O resultado é uma criança insegura, que não confia mais nos seus próprios sentimentos e simplesmente aceita como "verdadeiro" o que lhe é dito, principalmente se vem de alguém que ela ame.
A família é também disfuncional quando há incidência de pelo menos um dos pontos abaixo:
 Dependência de álcool ou drogas (incluindo medicamentos)
 Comportamento obsessivo, como comer, limpar, trabalhar, jogar (por dinheiro), fazer compras, etc., compulsiva e doentiamente, afetando o bem-estar da família.
 Violência física contra a (o) parceira (o) e/ou filhos.
 Comportamento sexual inadequado de um dos pais com relação aos filhos, que pode ir de toques libidinosos a incesto.
 Clima de tensão e desentendimento dentro da família, brigas constantes.
 Longos períodos de tempo em que os pais evitam falar um com o outro
 Pais cujas opiniões divergem completamente.
 Um dos pais não desenvolve um relacionamento verdadeiro com a família, permanece ausente e ainda culpa a família por seu comportamento.
 Visão autoritária e inflexível com respeito a dinheiro, religião, trabalho, rotina, sexualidade, lazer, vida doméstica, esporte, política, etc. O relacionamento familiar se resume ao cumprimento de regras fixas e quase não há intimidade e confiança entre os membros da família. Há vários tipos de famílias disfuncionais, mas uma coisa todas tem em comum: as crianças que crescem nesse ambiente têm enorme deficiência emocional e serão adultos com problemas de relacionamento. Identificando o Padrão de Comportamento de um Dependente Afetivo Quais são os sinais e os sintomas da dependência? Verifique se os tipos de comportamento abaixo combinam com os seus (ou os de alguém que você conhece):
VOCÊ É CAPAZ DE VIVER UM RELACIONAMENTO SATISFATÓRIO,SAUDÁVEL E EQUILIBRADO OU:
 Fica do lado do telefone, ansiosa, esperando o parceiro (namorado/marido) ligar?
 Vive checando a caixa de correio/correio eletrônico/secretária eletrônica para ver se há mensagens?
 Cancela um encontro com um (a) amigo (a) para se encontrar com ele de última hora?
 Telefona demais para ele/procura-o demais?
 Gasta dinheiro com cartões, presentes? Escreve suplicantes cartas de amor?
 Oferece demais: lembrança, presentes, vive fazendo-lhe favores, etc.?
 Desistiu completamente de investir em si própria?
 Optou por um retrocesso na carreira ou nos seus objetivos de vida em função do relacionamento (ou casamento), para que seus planos não nos interferissem dele?
 Abriu mão de amizades, interesses e objetivos pelo relacionamento?
 Costuma ser você quem inicia os jogos de amor/sexo?
 Pergunta sempre quando irá telefonar para/ver a pessoa de novo?
 Substitui rapidamente um amor/caso recente?
 Pensa logo em casamento assim que começa um novo namoro?
 Vai logo viver com o novo namorado?
 Oferece-se para resolver uma série de coisas na vida do novo namorado (lavar, passar, limpar, consertar, etc.)?
 Acha que você e o seu parceiro vivem "grudados"? Fazem tudo juntos? Não têm interesses próprios em separado?
 Vive com medo de que ele a abandone ou fique aborrecido?
 Segue a opinião dele na maioria das vezes? A palavra dele vale mais?
 Vive tentando se superar for cada vez melhor, para que o seu parceiro ame-a ainda mais?
 Corre para casa para estar disponível ao parceiro/evitar reclamações/preparar o jantar?
 Tolera excessos, vícios, abuso físico e/ou verbal?
 Ameaça ir embora, mas não cumpre?
 Acaba perdoando sem ter realmente resolvido o problema ou sem que a situação tenha mudado na prática?
 Faz de tudo para evitar atritos em casa?
 O aceito de volta sem que a situação tenha mudado? Acredita nas promessas de mudança, sem provas ou resultados?
 Sente-se numa prisão? Não tem permissão para sair com seus amigos? Ou ouve o que não quer quando sai?
 Não tem permissão para atender ao telefone? Ou abrir o correio? As suas conversas são monitoradas?
 Vive com sentimento de culpa, medo de ser acusada, espancada ou de ver o seu parceiro mudar completamente de personalidade?
 Deixa de ir à terapia ou a um grupo de ajuda/aconselhamento porque você reatou com o parceiro, ou porque o relacionamento acabou? Ou tem um namorado novo? Ou porque ele faz pressão para você parar? Ou porque ele reclama do preço?
 Sente-se culpada por estar gastando esse dinheiro com você?
 Analisa demais o comportamento dele?
 Não tem acesso a dinheiro ou a cheques e é ele que controla tudo?
 Virou a mãe/terapeuta dele para resolver os problemas dele?
 Está viciada em determinados comportamentos ou normas ( para sentir-se segura )?
 Não consegue dizer "não", mas se arrepende depois?
 Permite que outras pessoas a usem?
 Gostaria de ser mais firme?
 Compromete-se a fazer coisas que não quer fazer, e depois acaba não conseguindo dar conta delas?
 Mente para se livrar de compromissos assumidos?
 Cria desculpas para não manter os compromissos mais sérios, como o pagamento em dia de contas?
 Faz coisas para os outros que eles próprios deveriam fazer, ou que prometeram fazer e não fizeram?
 Organiza o guarda-roupa do marido e decide o que ele irá vestir?
 Vive "apagando incêndios" causados por outras pessoas?
 Procura evitar que as outras pessoas passem por experiências desagradáveis resultantes do comportamento delas?
 Acobertam filhos, familiares, amigos, empregados?
 É apegada demais a telenovelas, livros românticos, filhos?
 Dedica grande parte do seu tempo a projetos voluntários ou atividades ligadas à Igreja?
Além disso, você:
 Teve que largar sua cidade de origem e viajar uma longa distância para viver com o seu parceiro (e se arrependeu)?
 Tentou ajudar outras pessoas a dar rumo a suas vidas (filhos, amigos, familiares)?
 Tem que estar com tudo sob controle para se sentir segura?
 Sente-se ameaçada pelo crescimento ou mudança do parceiro?
 Gostaria de ter uma auto-imagem melhor e de se sentir melhor consigo mesma?
 Gostaria de ser mais confiante?
 Aprendeu a pensar primeiro nos outros, a não ser egoísta e a se colocar em último plano?
 Teve relacionamentos ruins repetidas vezes? PESSOAS QUE ABUSAM DOS OUTROS TAMBÉM PODEM SER CODEPENDENTES - O SEU PARCEIRO É CONTROLADOR E SE SENTE INSEGURO QUANDO NÃO CONSEGUE CONTROLAR OS OUTROS?ELE:
 Controla as suas roupas? ...o que você veste? ...o que você come? Ou controla se você está ou não trabalhando; se foi mesmo estudar?
 Nunca admite que esteja errado?
 Culpa você, quando na verdade o erro/a responsabilidade é dele?
 Acusa você de fazer coisas que ele faz, mas não admite?
 Tem acessos de raiva?
 Parte (ou sente vontade de partir) para violência física?
 Humilha e/ou xinga você?
 Não permite que você tenha acesso ao que precisa (dinheiro, carro, babysitter, etc.)?
 Passa a maior parte do tempo na frente da televisão? Praticando esportes? No bar? Na garagem/oficina? No trabalho?
 Tem relações extraconjugais?
 Tem dificuldade de expressar seus sentimentos? De se comunicar? Esse padrão de comportamento pode ser alterado, se você encontrar um equilíbrio em todas essas áreas da sua vida. Primeiro é preciso reconhecer que existe um padrão desequilibrado no seu comportamento para depois poder crescer interiormente e curar as causas desse desequilíbrio - aumentar a auto-estima e aprender a gostar de si mesmo! Só então poderá viver um relacionamento afetivo feliz e mantê-lo. Todos os aspectos da sua vida irão melhorar quando você estiver emocionalmente saudável. Pare de culpar os outros pelos seus problemas. Você está atraindo pessoas doentias porque você também não está saudável. Quais são as causas da dependência? O comportamento dependente é às vezes assimilado dentro da própria família, outras vezes é uma resposta a formas variadas de abuso, de disfunção familiar ou de trauma.
Tratamento: PRIMEIRO PASSO: Buscar ajuda psicológica com um profissional. Basicamente, buscar meios para fazer algo. Em busca de ajuda não significa que você deve estar disposto (a) para terminar seu relacionamento com seu parceiro. Nem é necessário fazê-lo em qualquer ponto do processo de recuperação de nossa dependência emocional. À medida que você seguir estas etapas, 1-10, a relação vai cuidar de si mesmo. Gosto de estar com ele (ou ela) deixa de ser o problema, vamos (a) deixa de ser a solução. SEGUNDO PASSO: FAÇA SUA recuperação emocional de nossa Unidade é o mais importante: Este passo significa que o mais importante para você deve ser o de decidir que não importa o que aconteça você está disposto a seguir estes passos para avançar. Isso requer um compromisso total com você mesmo. Talvez seja a primeira vez em sua vida que você olha como se alguém realmente importante, realmente vale a pena (a) de sua própria saúde e seu próprio cuidado. Você pode achar que é muito difícil de fazer, mas se você conhecer os procedimentos de comparecimento às consultas, participar de um grupo de apoio, etc., Isso vai ajudá-lo a aprender a apreciar e promover o seu próprio bem-estar. Logo você vai se sentir muito melhor (a), você vai querer continuar! Isso implica que os seus compromissos com o seu terapeuta ou sua placa com o seu grupo está em primeiro lugar. São as mais importantes: Um convite para almoçar ou jantar com o homem ou a mulher de sua vida, encontre o seu parceiro ou amigos (as) para discutir a situação, evitar críticas ou raiva, fazê-lo (ele ou ela ou de outra forma) a aprovação feliz. Faça uma viagem para escapar tudo por um tempo (para voltar e continuar a apoiar o mesmo).
PASSO TRÊS: procurando por um grupo de apoio de colegas que eu entendo. Encontrar um grupo de apoio para homens e mulheres que disse uma vez, ou talvez muitos, sofreram quando eles amaram pode ser muito difícil. Se este for o tipo de grupo que você precisa, então, olhar para ele ou formal. Lembre-se: Um grupo de colegas não é uma reunião de pessoas não-estruturados que falam sobre todas as coisas horríveis que fizeram cada um de seus parceiros na vida. Um grupo é um lugar onde você pode trabalhar em sua própria recuperação da nossa dependência emocional. É importante falar sobre traumas do passado, mas se você achar que você ou outras pessoas que contam histórias longas com muitos”, disse ele... e então eu disse..." você provavelmente está no grupo errado... Um bom grupo de apoio é dedicado a conter os seus membros, mas cuidado, não é terapia, a menos que dirigido por um profissional de saúde mental e emocional. QUARTO PASSO: Desenvolver ou fortalecer a sua espiritualidade Isto significa coisas diferentes para pessoas diferentes. Para alguns de nós, a idéia pode ser desagradável... E talvez até ignore este passo você está pensando, enquanto outros podem estar orando a um Poder Superior definitivamente parece não escutar quando. Você provavelmente está se perguntando o que você fez para merecer este castigo. QUINTO PASSO: Gestão e Controle Isso significa não ajudar ou aconselhar. Suponha que ele ou ela é tão capaz quanto você a encontrar um emprego, um apartamento, um psicólogo, um grupo de AA ou qualquer outra coisa que ele precisa. Você pode não ter muita motivação ou não querem pagar o preço que você encontrar essas coisas, ou para resolver seus problemas. Sexto passo: aprender a não devolver a bola E o que isso significa? Isso mesmo quando você se sentir provocado pela pessoa que você ama, não respondem a sua agressão. Não reaja! Ele ou ela sabe sobre o jogo ainda vai bater em você. Reage de uma maneira que não responder à agressão. Quebrar o círculo. No começo você vai ser um pouco difícil não cair na armadilha, mas com a prática virá a dominar... Faz parte da etapa anterior, largando de controle.
PASSO SETE: SEUS PROBLEMAS próprio rosto com CORAGEM, aprender a pagar taxas: O que isso significa? Isto significa, não resolve a vida dos outros e dedicar-se a resolver seus próprios! Necessidade de olhar para você com sinceridade. Examine as suas memórias... Os bons e os dolorosos. Ele lembra as vezes que você sentir pena para a criança. OITAVO PASSO: IDENTIFICAÇÃO E PAGAR O PREÇO QUE VOCÊ PRECISA DE MUDANÇA EM SUA VIDA: O que isso significa? Isso significa "Não espere que as pessoas que ama, antes de continuar mudar sua vida." Significa, também, não esperar o apoio dele ou o seu dinheiro, o amor, qualquer que seja, para iniciar a sua carreira, ou mudar de atividade, ou retomar seus estudos, ou o que você quer fazer. Aja como se você não tem ninguém além de si mesmo para se apoiar. PASSO NOVE: sua auto-estima e se tornam egoístas: O que isso significa? Como a palavra "espiritualidade", no quarto passo, eu uso a palavra egoísta aqui exige uma explicação completa para evitar erros de interpretação. O que significa para você ser egoísta? é susceptível de ser sinônimo de muitas coisas como cruel, insensível, egoísta. Mas para você ... Um ser que sofre quando ele ama, ser egoísta é um exercício necessário para se recuperar. PASSO DEZ: partilhar com outros os que você experimentou E APRENDIZAGEM Compartilhe suas experiências significa lembrando que este deve ser o último passo na recuperação da nossa dependência emocional, e não o primeiro. Sendo também supostamente para ajudar e se concentrar nos problemas dos outros é o melhor veículo para escapar nossos próprios problemas, então você deve esperar até que eles têm trabalhado duros consigo mesmo antes de tomar este passo.
Soltar a relação de dependência e apoiar-se em Jesus! (exemplo: duas pessoas que estão se afogando e tenta usar uma a outra para subir à superfície). “Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe
atingindo. Na verdade, era o calor da tina... Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as Queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e mais alto ainda rugia. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu Imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo. Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela! “
5) Parar de selecionar amizades de acordo com o “seu tipo”! Deus sabe que tipo de amizades precisou para desabrochar nossas melhores qualidades e aparar nossas arestas. (Fil. 4.19)
6) Estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos, (identidade e amor próprio), sem porém isolar-se defensivamente.*Salmos 139. vs. 13-18
*Como os Drs. Henry Cloud e John Townsend (Limites) esclarecem:
“A Bíblia mostra claramente quais são os nossos parâmetros e como devemos protegê-los, mas nossa família ou as pessoas com que nos relacionamos no passado nos confundem a esse respeito. Além de mostrar quais são as nossas responsabilidades, os limites nos ajudam a definir o que não é propriedade nossa e aquilo porque não somos responsáveis. Não somos responsáveis, por exemplo, pelas outras pessoas. Em nenhum lugar está dito que devemos “ter o controle sobre os outros”, embora gastemos muito tempo e energia tentando conseguir isso.” (3)
** Por outro lado, a resistência e a tendência ao isolamento (Ef.2.19), pode ser revista através de duas perguntas básicas:
1. Por que procuro me manter isolado, sem responsabilidade perante os outros?
2. O que acontecerá se eu insistir em continuar assim?
“Ninguém transforma ninguém. Ninguém se transforma sozinho. Nós nos
“Transformamos no encontro.” (Roberto Crema).
Retomar a jornada rumo à autonomia (não é individualismo) sem porém, perder a fé em Deus, em si, e nos relacionamentos. (Fil.3.12-16).
ORAÇÃO
“Senhor, tu sabes que tenho procurado relacionamentos muitas vezes pelos motivos errados, e eu estou cansado e não quero mais trilhar por esta estrada. Eu preciso de relacionamentos, não por conta de minhas carências, mas por meu amor a Ti e meu relacionamento contigo. Abre meus olhos para os relacionamentos que queres me dar. Ajuda-me a reconhecer os antigos padrões se eles novamente voltarem e ajuda-me a reagir de outras maneiras na relação com os outros.”
Bibliografia:
http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=1450
http://luznanoite.com.br/apostilas/ap018_de.pdf
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081021055129AAXxCpn
http://danielacarneiro.com/dependenciaafetiva.aspx