
11/23/2010
PROSTITUIÇAO FAMILIAR

10/17/2010
preconceito

É óbvio, mas é bom dizer, que a visão preconceituosa, é aquela que resolveu ficar parada no pré-conceito, isto é, no que vem antes da verdade. Um conceito é sempre o fruto de uma elaboração mais trabalhosa da vida, o pré-conceito não. Ele é uma fase primária do conceito. É por isso que quem gosta de pré-conceitos tende a ficar na imaturidade a vida inteira.
O mesmo se deu conosco quando entramos no pré-primário. Já imaginou se não tivéssemos aceitado o desafio de ir para o primário, com suas dificuldades e diferenças do pré?
Somente o passo em direção ao novo nos garante a felicidade das surpresas. A vida é sempre assim. O que agora é alimento, com o tempo, deixa de sustentar. Isto porque estamos num constante processo de superação humana, e o que nos move, é este desejo de irmos além...
É por isso, que me entusiasmo com a dimensão antropológica do cristianismo. As palavras de Jesus nos encorajam para um constante aperfeiçoamento de nossa humanidade e para a constante superação dos nossos limites. E então, passamos a compreender que santificação é o mesmo que dizer humanização. Retirar os excessos, lapidar as arestas, superar as mesquinharias, os modelos superficiais de análises, os ciúmes e os apegos desordenados, são formas concretas de santificar a nossa vida.
Preconceito é também uma forma de aprisionamento. Olhamos o outro e o definimos a partir do que achamos sobre ele. Temos uma série de opiniões que resolvemos construir dentro de nós, e que são frutos de uma primeira visão. Olhamos e encaixotamos o outro no nosso preconceito . Decidimos que ele é assim, mesmo que nunca tenhamos nos aproximado dele para confirmar o que achamos...
Achamos e perdemos. Perdemos por desperdiçar a oportunidade de superar o conhecimento aparente, e assim quem sabe, ganhar um grande amigo, um grande apoio existencial. Achamos muitas coisas sobre ele. E por achar tanto, resolvemos não buscar a verdade fundamental, e assim deixamos de ganhar. Talvez esse seja um dos grandes pecados do nosso tempo. O mundo é superficial nas suas análises. Basta flagrar uma única atitude, para que o mundo entregue o seu parecer preconceituoso e definitivo.
Jesus se opunha radicalmente a esta postura. Ele gostava de ver além. E alertava os discípulos para este constante cuidado. O cristianismo supera o judaísmo justamente neste ponto. Jesus não queria uma religião que parasse na exterioridade, que dispensasse facilmente as pessoas só porque têm uma aparência ou um histórico que num primeiro momento não nos agrade.
A beleza da vida consiste em olhar o mundo com "olhos de terceira margem", com os olhos de Jesus. Eu, nem sempre consigo, mas não quero perder este esforço de vista. Eu ainda vivo o desconcerto das escolhas de Jesus. Fico indignado quando o vejo escolher Zaqueu em meio a tanta gente santa e de boa índole. Ainda me incomoda quando ele diz que as prostitutas podem me preceder na entrada do Reino.
E então me vejo, com minha maneira rasa e infecunda de esbarrar nas pessoas, de condená-las àquilo que acho sobre elas e de impedi-las de me surpreenderem com sua beleza escondida.
A vida é igual garimpo. Não se percebe o diamante numa primeira olhada. Por ser muito parecido com o cascalho, corre o risco de ser jogado fora. Cascalhos e diamantes se parecem. A única diferença é que o diamante esconde o brilho sob as cascas que o revestem. É preciso lapidar. Pessoas são como diamantes. Corremos o risco de jogá-las fora só porque não tivemos a disposição de olhá-las para além de suas cascas. E então, desperdiçamos grandes riquezas no exercício de alimentar pobrezas.
Quando o meu preconceito me impede de ver o diamante, eu me torno cascalho no mundo. Espero que hoje você descubra diamantes por onde passar. Se descobrir, estará sendo semelhante a Jesus...
Padre Fábio de Melo
Padre Fábio de Melo é professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.
02/03/2005 - 16h46
9/08/2010
Nossa Senhora do Silencio

sem fundo do mistério do Senhor.
Tu és disponibilidade e receptividade.
Tu és fecundidade e plenitude.
Tu és atenção e solicitude pelos irmãos.
Estás revestida de fortaleza.
Resplandecem em ti a maturidade humana e a elegância espiritual.
És senhora de ti mesma antes de ser nossa senhora.
Teu silêncio não é ausência, mas presença.
Estás abismada no Senhor e ao mesmo tempo atenta aos irmãos.
A comunicação nunca é tão profunda como quando não se diz nada e o
silêncio nunca é tão eloqüente como quando nada se comunica.
Faz-nos compreender que o silêncio não é desinteresse pelos irmãos,
mas fonte de energia e de irradiação.
Não é encolhimento, mas projeção.
Faz-nos compreender que, para derramar, é preciso preencher-se.
Afoga-se o mundo no mar da dispersão e não é possível amar os irmãos com um coração disperso.
Envolve-nos em teu manto de silêncio e comunica-nos a fortaleza de
tua fé e a profundidade do teu amor. Amém.
8/06/2010
Faça como ele
O objetivo do empresário, administrador e contabilista Luiz Rorato é deixar para a posteridade 100 projetos de lei, 100 patentes de inventos, mil quadros pintados e dez livros escritos. O número de livros, até agora 23, já superou sua estimativa original. O de projetos de lei está próximo: Rorato já sugeriu 71.
O primeiro dos projetos de lei criado por ele, em 1978, dizia respeito ao registro de inventos. Como tem patente de 11 criações, Rorato achou que o tempo de propriedade era muito curto e sugeriu uma ampliação. “Por meio das minhas próprias observações da sociedade, fui vendo o que achava que faltava. E essa foi a forma que encontrei para exercer meu poder de cidadão”, diz.
Depois de estudar, por conta própria, como é feito um projeto de lei, Rorato começou a escrever as mais variadas sugestões que queria ver regulamentadas. Seus projetos envolvem desde captação de recursos para eventos culturais até a inclusão de colaboradores com deficiências nas empresas.
Em 1995, quando o uso do cinto de segurança ainda não era obrigatório, Rorato resolveu fazer uma campanha solitária em prol da causa – produziu adesivos incentivando o uso do cinto e colou no próprio carro. “Quando parava nos sinaleiros, por exemplo, observava que alguns motoristas olhavam para o aviso e colocavam o cinto. Daí veio a ideia de sugerir uma lei que obrigasse seu uso”, conta. Em 1997, uma lei parecida com o projeto de Rorato foi aprovada.
O trabalho de Rorato não acaba depois que ele faz o projeto e o entrega aos parlamentares. O empresário cobra de quem recebeu sua sugestão para saber o que será feito dela. “Sempre me considerei um idealista”, conta. Cansado de ruas esburacadas, ele já elegeu um de seus próximos projetos: a obrigação da substituição do antipó por asfalto definitivo.
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que recebeu várias das ideias de Rorato, diz achar saudável a contribuição da sociedade. “Várias entidades e mesmo cidadãos me encaminham sugestões e costumo incentivar essa prática. Caso a ideia seja boa, não há porque não a transformar em projeto de lei”, afirma.
Ele e um bom exemplo a se seguir temos que ser ativos em todos os sentidos fazer as coisas acontecerem. Imagine um pouquinho mudando sua rua dando opiniao de melhorias fazendo pequenas mudanças faremos um mundo melhor.
7/17/2010
Pé no chão
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7/13/2010
A filosofia da arvore

5/23/2010
Economista britânico ensina a viver sem dinheiro

Cláudia Luís Um economista britânico escolheu viver 18 meses sem dinheiro. Diz que nunca foi tão feliz e saudável e decidiu contar tudo num livro. Hoje, continua a viver "sem dinheiro". Chama-se Mark Boyle e partiu para a experiência para, segundo a BBC, alertar para excesso de consumo e desperdício da sociedade ocidental. Tudo começou em 2008, quando o economista tinha 29 anos. Mudou-se para uma roulotte que ganhou gratuitamente num site de trocas na Internet. Para começar o seu plano de autosubsistência, trabalhava três dias por semana numa quinta em troca de um lugar para estacionar a “casa” e um pouco de terra para cultivar. Após 18 meses, Mark Boyle decidiu que não pretende voltar ao estilo de vida anterior. Como explicou à BBC, quer usar os lucros das vendas do livro - “The moneyless man” (O homem sem dinheiro), que será lançado em Junho – para comprar um terreno e criar uma comunidade que queira viver como ele: sem dinheiro. “Foi o ano mais feliz da minha vida e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro. Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o stress de uma conta bancária, contas, trânsito e longas horas num trabalho do qual não gosto.” O lado menos positivo deste modo de vida é a dificuldade em manter uma vida social. Actualmente, Mark Boyle continua a viver a roulotte, em Timsbury, do Sudoeste inglês. Cozinha os legumes que cultiva, aquece a água do chuveiro ao sol, tem energia eléctrica através de painéis solares e ainda tem acesso à internet em troca de serviços na quinta. “A falta de relação que temos com o que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje. Se tivéssemos que plantar a nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela”. “Use menos recursos e menos dinheiro e um pouco mais da sua comunidade” - é a mensagem de Mark Boyle. fonte : http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1576598 |
5/15/2010
eu vou seguir
5/02/2010
Valores familiares

3/18/2010
Proatividade x Reatividade

A pessoa proativa toma a iniciativa de realizar alguma tarefa antes que seja cobrada por isso ou que outro perceba a necessidade. Ela está sempre analisando o seu ambiente e vendo o que pode ser feito para melhorar. É um conceito intimamente relacionado à iniciativa e contínuo aperfeiçoamento
Reatividade e a o que a maioria dos brasileiros fazem deixam tudo para a ultima hora. O grande culpado de tudo isso e a preguiça, a falta de iniciatiava das pessoas em quererem mudar o seu meio para melhor. Tendo um comportamento proativo. Todas empresas preferem pessoas proativas que se destacam que sabem antecipar coisas. Seja uma pessoa proativa você vai ver a grande diferença, ganhara um almento uma promoção etc...
3/07/2010
CULPADO
